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Posts Tagged ‘Ensinamento’


“Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente” J. Krishnamurti

Já havia conhecido através de livros os ensinamentos deste grande mestre, mas recentemente, tive contato com os vídeos deste que podemos considerar com dos maiores educadores do século XX, esta entre aqueles que poderíamos chamar de Santos Modernos, seus temas são esclarecedores e de uma profundidade avassaladora, trabalha com a visão concentrada no Eu, elencando como uma dos grandes conflitos do homem a ser vencido, será libertação da escravidão gerada pelo EGO.

A  ”Transformação do Homem”, compreende uma ciclo de 07 temas abordados pelo Mestre Krishnamurti, David Shainberg (psiquiatra) e David Bohm (físico), gravadas no ano de 1976 os diálogos são:

1. Estamos conscientes de que estamos fragmentados?

2. Um modo mecânico de viver leva a vida a desordem;

3. A Consciência pode esvaziar a si propria?

4. Sobre a criação de imagens;

5. Existe o cérebro inconsciente?

6. O observador é a coisa observada?

7. O que é a morte? a morte tem algum significado?

Que ao final todos possam colher os frutos do amadurecimento da existência humana, em Harmonia, Verdade, Amor e Justiça.

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The Scale of the Universe


Plano Físico em Escala, é um aplicativo para computador demonstrando a escala do universo visto do ponto inicial da teoria espaço-tempo de Einstein na visão mais micro para o tamanho o universo no macro, muito interessante, e para iniciar click no link abaixo:

(mais…)

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“Uma vida sem amor é como árvores sem flores e sem frutos. E Um amor sem beleza é como flores sem perfume. Vida, amor, beleza: eis a minha trindade”. Khalil Gibran

 

Quando o amor vos chamar, segui-o,
Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados;
E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe,
Embora a espada oculta na sua plumagem possa ferir-vos;
E quando ele vos falar, acreditai nele,
Embora sua voz possa despedaçar vossos sonhos
Como o vento devasta o jardim.
Pois, da mesma forma que o amor vos coroa,
Assim ele vos crucifica.
E da mesma forma que contribui para vosso crescimento,
Trabalha para vossa queda.
E da mesma forma que alcança vossa altura
E acaricia vossos ramos mais tenros que se embalam ao sol,
Assim também desce até vossas raízes
E as sacode no seu apego à terra.
Como feixes de trigo, ele vos aperta junto ao seu coração.
Ele vos debulha para expor vossa nudez.
Ele vos peneira para libertar-vos das palhas.
Ele vos mói até a extrema brancura.
Ele vos amassa até que vos torneis maleáveis.
Então, ele vos leva ao fogo sagrado e vos transforma
No pão místico do banquete divino.
Todas essas coisas, o amor operará em vós
Para que conheçais os segredos de vossos corações
E, com esse conhecimento,
Vos convertais no pão místico do banquete divino.
Todavia, se no vosso temor,
Procurardes somente a paz do amor e o gozo do amor,
Então seria melhor para vós que cobrísseis vossa nudez
E abandonásseis a eira do amor,
Para entrar num mundo sem estações,
Onde rireis, mas não todos os vossos risos,
E chorareis, mas não todas as vossas lágrimas.
O amor nada dá senão de si próprio
E nada recebe senão de si próprio.
O amor não possui, nem se deixa possuir.
Porque o amor basta-se a si mesmo.
Quando um de vós ama, que não diga:
“Deus está no meu coração”,
Mas que diga antes:
“Eu estou no coração de Deus”.
E não imagineis que possais dirigir o curso do amor,
Pois o amor, se vos achar dignos,
Determinará ele próprio o vosso curso.
O amor não tem outro desejo
Senão o de atingir a sua plenitude.
Se, contudo, amardes e precisardes ter desejos,
Sejam estes os vossos desejos:
De vos diluirdes no amor e serdes como um riacho
Que canta sua melodia para a noite;
De conhecerdes a dor de sentir ternura demasiada;
De ficardes feridos por vossa própria compreensão do amor
E de sangrardes de boa vontade e com alegria;
De acordardes na aurora com o coração alado
E agradecerdes por um novo dia de amor;
De descansardes ao meio-dia
E meditardes sobre o êxtase do amor;
De voltardes para casa à noite com gratidão;
E de adormecerdes com uma prece no coração para o bem-amado,
E nos lábios uma canção de bem-aventurança.

Khalil Gibran, do livro “O Profeta”.

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Os 5 Ritos Tibetanos são uma série de exercícios repetitivos onde o praticante consegue elevar a energia logo que termina de executá-los. Há diversos depoimentos de quem o fez ou faz. O livro “A Fonte da Juventude”, de Peter Kelder, explica com detalhes esses movimentos muito parecidos com a Yoga.

RITO 1
Fique em pé, com os braços na horizontal, e gire, num círculo completo, todo o corpo no sentido horário [sentido dos ponteiros de um relógio que estivesse nos seus pés]. Para diminuir a tontura, procure fixar o olhar em um ponto fixo, o máximo que puder, durante o giro. Diminuir a velocidade de giro do corpo também ajuda a diminuir a tontura. Descançe até sumir a tontura, antes de ir para o Rito 2.

RITO 2
Deite de costas no chão, estenda os braços ao longo do corpo e vire as palmas das mãos para baixo, mantendo os dedos fechados. Então, erga a cabeça do chão, encostando o queixo no peito. Ao mesmo tempo, vá levantando as pernas, com os joelhos retos, até ficarem na vertical. Se possível, deixe as pernas descerem um pouco para trás, ficando sobre a cabeça, mas não dobre os joelhos. Depois, vagarosamente, abaixe a cabeça e as pernas, mantendo os joelhos firmes e retos, até voltar à posição inicial. Deixe os músculos relaxarem um pouco e depois repita o rito. Ao repeti-lo, vá estabelecendo um ritmo mais lento para sua respiração. Inspire profundamente quando estiver levantando as pernas e a cabeça, e exale ao descê-las. Inspire e exale sempre pelo nariz. Entre as repetições, no relaxamento, continue respirando no mesmo ritmo. Quanto mais profundas as respirações, melhor.

RITO 3 
Ajoelhe-se no chão com o corpo ereto e os braços estendidos paralelamente ao corpo. As palmas das mãos devem ficar encostadas na lateral das coxas. Incline a cabeça para a frente, até o queixo tocar o peito. Depois, atire a cabeça para trás, o máximo possível e, ao mesmo tempo, incline-se para trás, arqueando o corpo. Nesse movimento você se escorará nas mãos que se apóiam nas coxas. Feito isso, volte à posição original e comece de novo o rito. Como no Rito 2, você deve estabelecer uma respiração ritmada. Inspire profundamente quando arquear a espinha para trás e exale ao voltar à posição ereta. A respiração profunda é extremamente benéfica, porisso encha os pulmões o máximo que conseguir.

RITO 4 
Primeiro, sente-se no chão com as pernas estendidas para a frente, deixando uma distância de uns quarenta centímetros entre os pés. Mantendo o corpo ereto, coloque as palmas das mãos no chão, voltadas para frente, ao lado das nádegas. Depois, incline a cabeça, fazendo o queixo tocar o peito. Em seguida, incline a cabeça para trás o máximo possível. Ao mesmo tempo, erga o corpo de modo que os joelhos dobrem enquanto os braços permanecem retos. O tronco e as coxas deverão ficar retos e alinhados horizontalmente em relação ao chão; os braços e as canelas estarão em posição perpendicular ao chão. Então, tensione todos os músculos do corpo que puder. Por fim, relaxe ao voltar à posição inicial e descanse antes de repetir este rito. Uma vez mais, a respiração é importante. Inspire profundamente ao elevar o corpo, segure a respiração durante o tensionamento dos músculos e exale completamente enquanto volta à posição inicial. Continue respirando no mesmo ritmo no intervalo entre as repetições.

RITO 5 
Deite-se de bruços no chão. Em seguida, erga o corpo, apoiando-se nas palmas das mãos e dedos dos pés, que deverão ficar flexionados. Durante todo o rito, mantenha uma distância de cerca de 40 centímetros entre os pés e entre as mãos. Mantendo pernas e braços retos, arqueie a espinha e leve a cabeça para trás o máximo possível. Depois, dobrando-se nos quadris, erga o corpo até ele ficar como um V invertido. Ao mesmo tempo, encoste o queixo no peito. Volte à posiçao inicial e repita o rito. Tensione os músculos por um instante, tanto no ponto mais alto como no mais baixo. Siga o mesmo padrão de respirações profundas e lentas que usou nos outros ritos. Inspire ao erguer o corpo, em V, e exale quando o abaixar. Lembre-se de que você só volta à posição inicial – deitado de bruços no chão – quando tiver completado todo o ciclo de repetições.

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Deepak Chopra

O verdadeiro sucesso é, por isso, a experiência do milagre. É a divindade se abrindo em nosso interior. É percebermos essa divindade em toda parte, em tudo o que experimentamos – no olhar de uma criança, na beleza de uma flor, no vôo de um pássaro.


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“Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente” J. Krishnamurti

Já havia conhecido através de livros os ensinamentos deste grande mestre, mas recentemente, tive contato com os vídeos deste que podemos considerar com dos maiores educadores do século XX, esta entre aqueles que poderíamos chamar de Santos Modernos, seus temas são esclarecedores e de uma profundidade avassaladora, trabalha com a visão concentrada no Eu, elencando como uma dos grandes conflitos do homem a ser vencido, será libertação da escravidão gerada pelo EGO.

A  ”Transformação do Homem”, compreende uma ciclo de 07 temas abordados pelo Mestre Krishnamurti, David Shainberg (psiquiatra) e David Bohm (físico), gravadas no ano de 1976 os diálogos são:

1. Estamos conscientes de que estamos fragmentados?

2. Um modo mecânico de viver leva a vida a desordem;

3. A Consciência pode esvaziar a si propria?

4. Sobre a criação de imagens;

5. Existe o cérebro inconsciente?

6. O observador é a coisa observada?

7. O que é a morte? a morte tem algum significado?

Que ao final todos possam colher os frutos do amadurecimento da existência humana, em Harmonia, Verdade, Amor e Justiça.

 

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Filosofia da Felicidade compreende quatro temas abordados pelo educador brasileiro Huberto Rohden, gravados na voz do Rohden, apresentam com simplicidade o amadurecimento espiritual deste grande Mestre,  tive a felicidade de conhecer sua obra em minha cidade natal (Uberlândia/MG) através de um casal de amigos Rosacruzes, Lya e Hecio Tibery,  nos anos 80 que muito me encantou. Assim compartilho com todos.

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